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Laboratório Federal comprova que não há circulação do vírus da febre aftosa no Piauí

O estudo faz parte dos requisitos para que o estado seja reconhecido como zona livre da doença sem vacinação.

18/05/2024 às 07h32 Atualizada em 20/05/2024 às 16h05
Por: Redação
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Foto: Divulgação
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Durante o mês de abril, a Secretaria da Assistência Técnica e Defesa Agropecuária (Sada), através da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Piauí (Adapi), enviou amostras de soro sanguíneo de bovinos piauienses para um estudo soroepidemiológico de febre aftosa. A análise do Laboratório Federal de Defesa Agropecuária do Mapa (LFDA-PA) comprovou que não há circulação/transmissão do vírus da Febre Aftosa em rebanhos bovinos no Estado do Piauí.

"Esse estudo faz parte de requisitos exigidos pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) para que o Piauí possa ser reconhecido como zona livre da doença sem vacinação. Foram encaminhadas amostras de 587 animais, de 85 diferentes propriedades rurais, distribuídas em 65 municípios piauienses, com resultados negativos (não reagentes)”, enumerou Idílio Moura, gerente de Defesa Animal da Adapi.

O secretário da Sada, Fábio Abreu, também evidenciou a importância desse resultado para o Estado. “Essa comprovação é uma conquista para o Piauí, e é fruto de um trabalho em parceria, entre os criadores, o governo do Estado, Sada e Adapi. Graças a campanhas sucessivas e massivas de vacinação contra a Aftosa, os altos índices de cobertura vacinal alcançados pelo Piauí e vigilâncias realizadas, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) pode comprovar que o Piauí está isento da doença através de testes de diagnósticos”, comemorou.

O Piauí foi o segundo estado a concluir o estudo soroepidemiológico para febre aftosa, dentre os que estão realizando, destacando-se com um trabalho técnico realizado de forma rápida e eficiente. “Esse resultado é bom para o Estado e bom para o criador, que agora tem o seu animal certificado para todo o mundo. Já somos reconhecidos pelo Mapa. O próximo passo é obter o reconhecimento internacional da OMSA como Estado livre de febre aftosa sem vacinação ”, concluiu Idílio. 

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